quarta-feira, 30 de março de 2016
Guerrero chega a Brasília e responde a torcedor que joga clássico: "Sí, sí"
Guerrero chegou. O atacante peruano desembarcou em Brasília por volta das 11h e chegou ao hotel onde está a delegação do Flamengo pouco antes do meio-dia. Com cara de sono depois de longa viagem - ele veio de voo comercial e ainda fez escala no Rio -, o atacante respondeu a torcedores rubro-negros na porta do hotel que vai para o jogo. A escalação do peruano, que participou da derrota do Peru para o Uruguai na última terça-feira, em Montevidéu, ainda vai depender da avaliação clínica do atacante. Mas, pelo menos, no banco o jogador vai ficar.
- Ainda vou fazer avaliação, mas vamos ver. Vai depender do professor Muricy - disse o atacante à Rádio Globo.
A chegada de Guerrero estava prevista para as 10h desta quarta-feira, mas o voo atrasou cerca de uma hora e meia. Quem é carta fora do baralho e sequer viajou para Brasília é o volante Cuéllar. Ele entrou no segundo tempo na vitória da Colômbia sobre o Equador por 3 a 1, mas sua ausência já era dada como praticamente certa, em função da dificuldade de logística. Os dois rubro-negros atuaram por suas seleções pelas eliminatórias na noite desta terça-feira.
Ao chegar no hotel em que a delegação rubro-negra está hospedada, o atacante foi recebido por um grupo de torcedores. Perguntado se jogaria a partida, Guerrero confirmou em espanhol: "Sí, sí". O peruano tirou fotos, autografou camisas e ouviu pedidos de gols e provocações ao Vasco de cerca de 10 flamenguistas que esperavam o atacante na porta do hotel.
Quinto e fora da zona de classificação para as semifinais do Carioca, o Flamengo tem 4 pontos. Uma vitória no clássico pode dar a vice-liderança ao clube, dependendo dos resultados da rodada. Flamengo e Vasco jogam em Brasília nesta quarta-feira às 21h45 (horário local), em partida válida pela 4ª rodada da Taça Guanabara.
terça-feira, 22 de março de 2016
Flamengo esconde time antes da semi, e Everton é novidade na relação
Foi com mistério que o Flamengo se preparou para seu primeiro mata-mata do ano. Com treino a portas fechadas, o time comandado por Muricy Ramalho realizou uma atividade tática no Ninho do Urubu na manhã desta terça-feira, véspera da partida contra o Atlético-PR, pela semifinal da Primeira Liga, em Juiz de Fora (MG). Na lista de relacionados para o confronto, a novidade foi o meia-atacante Everton. O jogador, que não atua desde o dia 28 de fevereiro, na goleada por 5 a 0 sobre o Resende, está recuperado de uma lesão na coxa.
Por mais de uma hora o Flamengo treinou sem a presença dos jornalistas. Neste período, Muricy Ramalho trabalhou com a equipe titular. Quando os portões foram abertos, foi possível observar cobranças de pênalti. Willian Arão, Felipe Vizeu, Rodinei e até o goleiro Paulo Victor foram alguns dos que praticaram as cobranças. Neste período não foram permitidas imagens.
A escalação do Flamengo é segredo, mas o certo é que Cuéllar e Guerrero não jogam, pois estão convocados para as seleções de Colômbia e Peru, respectivamente, para as eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. Apesar das constantes queixas de desgaste físico, a tendência é que o Rubro-Negro vá a campo nesta quarta-feira com o que tem de melhor e alguns sejam poupados no sábado, contra o Volta Redonda, pelo Campeonato Carioca.
Durante o treinamento desta terça, Mancuello fez um trabalho à parte, correndo em volta do gramado. O meia se recupera de lesão no joelho direito sofrida há quase um mês.
Confira a lista dos relacionados para a partida contra o Atlético-PR:
Goleiros: Paulo Victor e Muralha
Laterais: Rodinei, Jorge e Chiquinho
Zagueiros: Wallace, Juan e César Martins
Volantes: Márcio Araújo, Willian Arão e Canteros
Meias: Ederson, Everton, Alan Patrick e Paquetá
Atacantes: Emerson Sheik, Felipe Vizeu, Marcelo Cirino e Gabriel
Goleiros: Paulo Victor e Muralha
Laterais: Rodinei, Jorge e Chiquinho
Zagueiros: Wallace, Juan e César Martins
Volantes: Márcio Araújo, Willian Arão e Canteros
Meias: Ederson, Everton, Alan Patrick e Paquetá
Atacantes: Emerson Sheik, Felipe Vizeu, Marcelo Cirino e Gabriel
segunda-feira, 14 de março de 2016
Reserva imediato de Guerrero, Flamengo renova com Felipe Vizeu até 2020
Vizeu renovou até dezembro de 2020. Com a venda de Kayke para o
futebol japonês, o garoto de 18 anos é reserva imediato do peruano Paolo
Guerrero.
– Eu e minha família ficamos muito felizes com a renovação. Sei o quanto tenho batalhado para conquistar meu espaço, com humildade e respeito aos meus companheiros. Espero dar sequência ao trabalho, sempre firme, competitivo nos treinamentos, e concedendo o meu melhor nos jogos. Quero dar muitas alegrias à torcida rubro-negra, se Deus quiser com muitos gols – disse o atacante, que marcou três vezes no Carioca.
O contrato anterior do Flamengo foi assinado em setembro de 2014 e vencia no mês de 2017.
Vice-artilheiro e melhor jogador na
campanha vitoriosa do Rubro-Negro na Copa São Paulo de Juniores deste
ano, Vizeu, que foi revelado pelo América-MG – o clube
mineiro ainda tem ação na Justiça cobrando os cariocas pela saída do
atleta -, subiu para os profissionais logo após o torneio sub-20, que
foi disputado em São Paulo. O Flamengo bateu o Corinthians, nos
pênaltis, na decisão.
Recentemente, o Flamengo adquiriu direitos econômicos do zagueiro Léo Duarte, que já está entre os profissionais também, e do meia Matheus Sávio, outros dois campeões da Copinha. O diretor de futebol Rodrigo Caetano disse ao site do clube que outras renovações devem ser realizadas em breve.
– A renovação do Felipe Vizeu faz parte de um processo de valorização dos atletas da base, pois já renovamos contratos de outros recentemente. Vamos continuar valorizando os ativos do clube. Faz parte da filosofia do Flamengo – afirmou o diretor do Flamengo.
GE
– Eu e minha família ficamos muito felizes com a renovação. Sei o quanto tenho batalhado para conquistar meu espaço, com humildade e respeito aos meus companheiros. Espero dar sequência ao trabalho, sempre firme, competitivo nos treinamentos, e concedendo o meu melhor nos jogos. Quero dar muitas alegrias à torcida rubro-negra, se Deus quiser com muitos gols – disse o atacante, que marcou três vezes no Carioca.
O contrato anterior do Flamengo foi assinado em setembro de 2014 e vencia no mês de 2017.
Recentemente, o Flamengo adquiriu direitos econômicos do zagueiro Léo Duarte, que já está entre os profissionais também, e do meia Matheus Sávio, outros dois campeões da Copinha. O diretor de futebol Rodrigo Caetano disse ao site do clube que outras renovações devem ser realizadas em breve.
– A renovação do Felipe Vizeu faz parte de um processo de valorização dos atletas da base, pois já renovamos contratos de outros recentemente. Vamos continuar valorizando os ativos do clube. Faz parte da filosofia do Flamengo – afirmou o diretor do Flamengo.
GE
Guerrero culpa "calentura" por cartões e pede atenção aos árbitros
Sem dúvidas, Guerrero começou 2016 com o faro de gol
aguçado. Em 10 partidas oficiais soma seis e faz o serviço esperado desde a sua
chegada ao Flamengo, no meio do ano passado. Mas nesses mesmos 10 jogos o
atacante levou quatro cartões amarelos, o que causa certa preocupação pela possibilidade
de ser um desfalque num duelo importante. O peruano admitiu que fica difícil
controlar os nervos com as faltas recebidas, o que ajuda a explicar as
advertências por reclamação.
- Não fico ligado,
não penso nisso, estou focado em fazer meu trabalho dentro do campo. Só isso. A
“calentura” (clima quente) do jogo me faz reclamar muito. Eu apanho e levo o cartão.
Peço até que os juízes fiquem ligados. Apanho muito pelas costas e acabo
levando o cartão - disse ele, usando um termo em espanhol.
Mas para Guerrero, se existe algum problema na atual
temporada, ele para por aí. O atacante voltou a destacar sua forma física –
enaltecendo a melhor qualidade do trabalho físico desenvolvido pelo Flamengo em
2016 – e, por isso, se mostrou à disposição para atuar o máximo possível de partidas.
Inclusive o clássico contra o Vasco, no próximo dia 30, depois de defender a
seleção do Peru na véspera, pelas eliminatórias da Copa do Mundo, contra o
Uruguai.
Confira outros principais trechos da coletiva de Guerrero:
Adaptação
Estou mais adaptado ao time e ao sistema do treinador. Não
só eu, mas toda a equipe. A boa fase do time é porque tudo está andando
direitinho, salários, forma dos treinamentos... todos se preocupando com a
forma do jogador. Na academia e no campo está tudo no caminho certo e por isso
tudo andando como se imagina e como todos esperam do Flamengo.
Pedir dispensa do Flamengo ou do Peru para disputar jogos
decisivos?
Difícil, tanto como para minha seleção como para o Flamengo.
Estamos disputando fase importante do Carioca, queremos ficar entre os quatro
primeiros. Mas com minha seleção estamos nas eliminatórias da Copa. Difícil
pedir dispensa de um dos dois, porque não são jogos amistosos.
Poderia enfrentar o Vasco?
Vou tentar. O treinador é quem escolhe, mas quero estar em
todos os jogos que puder.
Fase de artilheiro
Não vim só para fazer gol, mas para ajudar. Se tiver
possibilidade de fazer gol, vou fazer. Mas se for melhor dar o passe, dou.
Quero ganhar todos os jogos e quero participar das jogadas ofensivas. Quero dar
um passe ou posso tirar a marcação para outro companheiro infiltrar.
A
“calentura” (clima quente) do jogo me faz reclamar muito. Eu apanho e levo o cartão.
Peço até que os juízes fiquem ligados. Apanho muito pelas costas e acabo
levando o cartão
Guerrero, atacante do Flamengo
Mudança do trabalho no Flamengo e busca por títulos
Hoje vejo um trabalho mais sério aqui dentro do Flamengo.
Todos estão se preocupando, não só comissão e jogadores. Todo o Flamengo tem dado
o melhor para os atletas. O trabalho coletivo na academia, dentro do campo é
profissional. Temos um elenco qualificado e tem que estar na briga por títulos.
Objetivo é ser campeão do Carioca e da Primeira Liga que já estamos jogando.
Agora começa a Copa do Brasil, mas nessas duas competições já estamos num
estágio mais avançado.
Desgaste físico
Estou cansado. Mas tento descansar bem, comer bem para estar
bem para o jogo. Estamos fazendo bom relaxamento depois dos jogos para estar
bem no próximo. Por isso não vamos ter problema.
Forma física atual
Trabalhos físicos têm sido muito bons. Quando cheguei no Flamengo
deixei de fazer minha rotina e perdi um pouco. Mas estou voltando e quero
melhorar. Agora estou no caminho.
Vantagem no Fla-Flu por conhecer o Pacaembu?
É verdade, tenho um cavalo chamado Pacaembu. Todos conhecem
o gramado desse estádio. É pesado, alto mas se joga bom futebol. Não sei se a
gente leva vantagem por conhecer o campo, pois a maioria já jogou lá.
Se acha um jogador carismático junto à torcida?
Não sei como posso responder isso... Meu jeito de comemorar
os gols é com meu time. Gosto de valorizar o trabalho em conjunto.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Flamengo só empata com Figueirense, mas garante melhor campanha na Liga 20
O Flamengo esteve longe de se apresentar bem nesta quarta-feira (9).
Ainda assim, o Rubro-negro empatou com o Figueirense por 1 a 1, em
Brasília, e garantiu lugar nas semifinais da Primeira Liga com a melhor
campanha. Guerrero fez o gol dos cariocas, enquanto Everton Santos abriu
o placar para os catarinenses.
Com sete pontos, o time de Muricy Ramalho encerrou a fase classificatória na liderança do Grupo C. O jogo decisivo será disputado no dia 23 de março, às 21h30. O mando de campo é rubro-negro.
O jogo
O Flamengo se deparou com um Figueirense fechado e praticamente com todos os jogadores atrás da linha da bola. O time carioca teve a posse de bola, mas sofreu para furar a retranca adversária. O jogo lento irritou os torcedores presentes ao estádio Mané Garrincha e vaias foram ouvidas antes mesmo dos 20min. O Rubro-negro não abriu o placar e ainda protagonizou uma falha em conjunto para ver os catarinenses saírem na frente.
Aos 29min, Wallace protegeu para a saída de Paulo Victor. Ambos erraram e Pedroso rolou para Everton Santos marcar. A resposta veio aos 33min. Sheik arrancou e trombou com a marcação. A bola chegou até Paolo Guerrero na entrada da área. O peruano bateu com categoria de perna esquerda para empatar. O primeiro tempo terminou com mais duas boas chances para o Figueirense, mas sem nova alteração no marcador.
O panorama da segunda etapa expôs um Figueirense mais ousado por conta da necessidade de buscar a classificação. Por sua vez, o Flamengo utilizou bastante as laterais na expectativa de virar o jogo e garantir a melhor campanha na Primeira Liga. O Rubro-negro teve chances em sequência aos 20min e aos 21min. Emerson Sheik desperdiçou na cara do goleiro, enquanto Gabriel acertou a trave.
Os cariocas se lançaram ao ataque, mas deixaram espaços com frequência para os contragolpes dos catarinenses, que não aproveitaram. Ficou nisso. Rubro-negro classificado mesmo longe de apresentar o futebol esperado pela torcida.
FLAMENGO 1 X 1 FIGUEIRENSE
Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Árbitro: Wanderson Alves de Souza
Assistentes: Ricardo Junio de Souza e Felipe Alan Costa de Oliveira
Cartões amarelos: Rodinei (Flamengo); Elicarlos, Jackson Caucaia e Gatito Fernández (Figueirense)
Gols: Everton Santos, aos 29min do primeiro tempo; Guerrero, aos 33min do primeiro tempo
Flamengo
Paulo Victor; Rodinei, Juan, Wallace e Jorge; Cuéllar, Willian Arão e Ederson (Gabriel); Marcelo Cirino (Lucas Paquetá), Emerson Sheik e Guerrero
Técnico: Muricy Ramalho
Figueirense
Gatito Fernández; Leandro Silva, Marquinhos, Nirley e Marquinhos Pedroso; Elicarlos, Jefferson (Jackson Caucaia) e Bady; Dodô (Carlos Alberto), Éverton Santos (Gabriel) e Dudu
Técnico: Vinícius Eutrópio
Fonte:Uol Esportes
Com sete pontos, o time de Muricy Ramalho encerrou a fase classificatória na liderança do Grupo C. O jogo decisivo será disputado no dia 23 de março, às 21h30. O mando de campo é rubro-negro.
O jogo
O Flamengo se deparou com um Figueirense fechado e praticamente com todos os jogadores atrás da linha da bola. O time carioca teve a posse de bola, mas sofreu para furar a retranca adversária. O jogo lento irritou os torcedores presentes ao estádio Mané Garrincha e vaias foram ouvidas antes mesmo dos 20min. O Rubro-negro não abriu o placar e ainda protagonizou uma falha em conjunto para ver os catarinenses saírem na frente.
Aos 29min, Wallace protegeu para a saída de Paulo Victor. Ambos erraram e Pedroso rolou para Everton Santos marcar. A resposta veio aos 33min. Sheik arrancou e trombou com a marcação. A bola chegou até Paolo Guerrero na entrada da área. O peruano bateu com categoria de perna esquerda para empatar. O primeiro tempo terminou com mais duas boas chances para o Figueirense, mas sem nova alteração no marcador.
O panorama da segunda etapa expôs um Figueirense mais ousado por conta da necessidade de buscar a classificação. Por sua vez, o Flamengo utilizou bastante as laterais na expectativa de virar o jogo e garantir a melhor campanha na Primeira Liga. O Rubro-negro teve chances em sequência aos 20min e aos 21min. Emerson Sheik desperdiçou na cara do goleiro, enquanto Gabriel acertou a trave.
Os cariocas se lançaram ao ataque, mas deixaram espaços com frequência para os contragolpes dos catarinenses, que não aproveitaram. Ficou nisso. Rubro-negro classificado mesmo longe de apresentar o futebol esperado pela torcida.
FLAMENGO 1 X 1 FIGUEIRENSE
Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Árbitro: Wanderson Alves de Souza
Assistentes: Ricardo Junio de Souza e Felipe Alan Costa de Oliveira
Cartões amarelos: Rodinei (Flamengo); Elicarlos, Jackson Caucaia e Gatito Fernández (Figueirense)
Gols: Everton Santos, aos 29min do primeiro tempo; Guerrero, aos 33min do primeiro tempo
Flamengo
Paulo Victor; Rodinei, Juan, Wallace e Jorge; Cuéllar, Willian Arão e Ederson (Gabriel); Marcelo Cirino (Lucas Paquetá), Emerson Sheik e Guerrero
Técnico: Muricy Ramalho
Figueirense
Gatito Fernández; Leandro Silva, Marquinhos, Nirley e Marquinhos Pedroso; Elicarlos, Jefferson (Jackson Caucaia) e Bady; Dodô (Carlos Alberto), Éverton Santos (Gabriel) e Dudu
Técnico: Vinícius Eutrópio
Fonte:Uol Esportes
Muricy minimiza tropeço em Brasília e faz elogios a Ederson e Guerrero
Duas vitórias e um empate na primeira fase da Liga. Muricy Ramalho se
apoiou no aproveitamento parcial da competição para minimizar o tropeço
contra o Figueirense. Com o empate por 1 a 1, nesta quarta-feira, no Mané Garrincha, o Flamengo garantiu a classificação e conquistou a condição de melhor campanha da primeira fase.

- É uma competição curta, é meio que mata-mata, e tem que se classificar. Jogo foi muito aberto, nosso time é ofensivo e às vezes deixa espaços abertos. Criamos muitas oportunidades novamente, mas sofremos com alguns contra-ataques. O importante era classificar. (veja os melhores momentos abaixo)
O técnico mostrou-se bastante satisfeito com o desempenho de Paolo Guerrero. Para o treinador, o peruano cresceu muito na atual temporada em função de um trabalho individual - com foco na força física - feito pelos profissionais do departamento de futebol do Flamengo.
- Chegamos a uma conclusão que quando um jogador não está bem você tem que saber o motivo. Às vezes é familiar, psicológico e chegamos à conclusão de que ele é um jogador de força. Tem muita força, mas é preciso treinar com ele essa força. Realmente no ano passado estava numa situação não muito boa e depois de uma conversa em dezembro vimos que ele não tinha força para o arranque, para chegar, driblar e segurar a bola. Esse ano estamos fazendo treinamento específico e identificamos o que ele precisa. O trabalho dele está sendo muito bem feito, acabando bem o jogo. Ele, bem condicionado, realmente é um jogador importante pra gente - disse o treinador do Flamengo, na coletiva de imprensa.
Outro alvo dos elogios de Muricy foi Ederson, autor da jogada que terminou no gol rubro-negro. Ainda há um desgaste muscular - o jogador foi substituído no segundo tempo -, mas o comandante vislumbra um 2016 positivo para o camisa 10.
- Estamos tendo muito cuidado com o Ederson, ele está sentindo demais o jogo e a perna pesada. Pediu para sair muito cedo, antes do que esperávamos, mas o bom é que não está sentindo a contusão (no joelho direito). A dor é normal. Você percebe que é um jogador diferenciado, de muita força. Quando estiver 100%, vai nos ajudar bastante.
Confira outros tópicos da entrevista:
Campo não tão bom no Mané, mas novos elogios
Gostei de Brasília primeiro porque o estádio é muito bom. O campo não estava tão bom igual da outra vez, não sei o que aconteceu, mas temos que valorizar o lugar. Temos muita torcida aqui, e é bom o jogador jogar sempre no mesmo lugar. A gente não quer é se movimentar muito. Nossa casa é o Maracanã, não é igual, mas dentro do que temos e do jeito que a torcida compareceu principalmente contra o Fluminense, aqui é positivo. Sempre que jogamos aqui tem muito público. Temos que dar prioridade e atenção a um lugar que nos recebe bem.
Casa para o Brasileiro ainda indefinida
Faltam detalhes, mas são coisas que não chegam ao técnico. Detalhe econômico e outras coisas pesam, a diretoria está vendo, mas já estamos olhando o Brasileiro, uma competição perigosa. Temos que ter lugar pra jogar.
Briga no meio-campo pela vaga de armador
Eu falo do que eu tenho agora em mãos. Pode ser que eu tenha o (Alan) Patrick no sábado para compor o time, não sei para jogar. Também treinou e não sentiu. Está passando por um processo físico, porque era outro que tinha desequilíbrio muscular. Dentro do previsto estão todos aptos para jogar, só o Mancuello que não. Ele vai demorar um pouquinho mais.
Possibilidade de time mesclado no sábado
Vamos jogar agora duas competições muito seguidas uma da outra, infelizmente vamos ter que jogar no sábado às 16h. A nossa recuperação vai ser um grande problema, e o adversário está descansando. Temos que ser fortes na recuperação, é hora de usar a estrutura e o plantel. Não é fácil com duas viagens e já temos outra na sexta-feira. Hoje a parte física pesa muito no futebol e eu coloquei esse time que jogou hoje para treinar quase 10 dias seguidos. Claro que respeitamos médicos, fisiologia, mas temos que olhar o jogador na revisão médica. Vamos pensar o time. Temos um elenco bom e o pensamento na semana passada era botar o time de hoje nos dois jogos. De repente pode mudar com os exames de amanhã, mas a tendência é que jogue o mesmo time.
Falha de quem no gol do Figueira?
Ali a distância era muito grande para onde eu estava, é complicado. Não deu para perceber o que foi ali, depois verei o tape em casa, mas seria injusto fazer uma análise.
Willian Arão
Ele ganhou algum presentinho por ser o melhor em campo (eleição de rádio local)? No meu tempo era o Motoradio, tem que dar alguma coisa (risos). A gente respeita as características do atleta. É um volante diferente, mais meia do que volante. O forte dele é mais na frente. Nosso time joga bastante aberto, vai sofrer um pouco, mas faz parte. Hoje os volantes têm que jogar e os dois sabem.
Com a saída de Kayke, a prioridade segue sendo um zagueiro?
Por isso que você não pode fechar nada no futebol. Não existe esse negócio de grupo fechado. A saída do Kayke? Ele é diferente do Vizeu, que é fixo. O outro se mexe mais. Mas, em termos de negócio, não podia deixar o garoto de ganhar um bom dinheiro e o próprio clube. É bom também para dar oportunidade para um prata da casa. Temos que criar buraco no plantel para que os da casa joguem. Se eu tivesse o Kayke (não jogou no início do ano por lesão), acho que o Vizeu não teria feitos gols e ninguém o conheceria. Há outros meninos para serem lançados. O numero de zagueiros não é ideal, falta mais um, apesar de que estamos satisfeitos com os que estão conosco.
Pedido por César Martins
Já estou pensando que ele fique, não sei se o Benfica vai concordar, mas é um pedido que vou fazer.
Atacante jovem e rápido nos planos
Velocista como o Sheik não temos. Estamos olhando jovens que também a possamos formar. O jogador precisa deixar alguma coisa para o clube. Acertamos com Cuéllar, que foi muito bem e já foi convocado agora (a federação colombiana ainda não divulgou a lista). Temos o setor de inteligência, pode ser que chegue outro jogador, mas tem que ter calma.
- É uma competição curta, é meio que mata-mata, e tem que se classificar. Jogo foi muito aberto, nosso time é ofensivo e às vezes deixa espaços abertos. Criamos muitas oportunidades novamente, mas sofremos com alguns contra-ataques. O importante era classificar. (veja os melhores momentos abaixo)
O técnico mostrou-se bastante satisfeito com o desempenho de Paolo Guerrero. Para o treinador, o peruano cresceu muito na atual temporada em função de um trabalho individual - com foco na força física - feito pelos profissionais do departamento de futebol do Flamengo.
- Chegamos a uma conclusão que quando um jogador não está bem você tem que saber o motivo. Às vezes é familiar, psicológico e chegamos à conclusão de que ele é um jogador de força. Tem muita força, mas é preciso treinar com ele essa força. Realmente no ano passado estava numa situação não muito boa e depois de uma conversa em dezembro vimos que ele não tinha força para o arranque, para chegar, driblar e segurar a bola. Esse ano estamos fazendo treinamento específico e identificamos o que ele precisa. O trabalho dele está sendo muito bem feito, acabando bem o jogo. Ele, bem condicionado, realmente é um jogador importante pra gente - disse o treinador do Flamengo, na coletiva de imprensa.
Outro alvo dos elogios de Muricy foi Ederson, autor da jogada que terminou no gol rubro-negro. Ainda há um desgaste muscular - o jogador foi substituído no segundo tempo -, mas o comandante vislumbra um 2016 positivo para o camisa 10.
- Estamos tendo muito cuidado com o Ederson, ele está sentindo demais o jogo e a perna pesada. Pediu para sair muito cedo, antes do que esperávamos, mas o bom é que não está sentindo a contusão (no joelho direito). A dor é normal. Você percebe que é um jogador diferenciado, de muita força. Quando estiver 100%, vai nos ajudar bastante.
Confira outros tópicos da entrevista:
Campo não tão bom no Mané, mas novos elogios
Gostei de Brasília primeiro porque o estádio é muito bom. O campo não estava tão bom igual da outra vez, não sei o que aconteceu, mas temos que valorizar o lugar. Temos muita torcida aqui, e é bom o jogador jogar sempre no mesmo lugar. A gente não quer é se movimentar muito. Nossa casa é o Maracanã, não é igual, mas dentro do que temos e do jeito que a torcida compareceu principalmente contra o Fluminense, aqui é positivo. Sempre que jogamos aqui tem muito público. Temos que dar prioridade e atenção a um lugar que nos recebe bem.
Casa para o Brasileiro ainda indefinida
Faltam detalhes, mas são coisas que não chegam ao técnico. Detalhe econômico e outras coisas pesam, a diretoria está vendo, mas já estamos olhando o Brasileiro, uma competição perigosa. Temos que ter lugar pra jogar.
Briga no meio-campo pela vaga de armador
Eu falo do que eu tenho agora em mãos. Pode ser que eu tenha o (Alan) Patrick no sábado para compor o time, não sei para jogar. Também treinou e não sentiu. Está passando por um processo físico, porque era outro que tinha desequilíbrio muscular. Dentro do previsto estão todos aptos para jogar, só o Mancuello que não. Ele vai demorar um pouquinho mais.
Possibilidade de time mesclado no sábado
Vamos jogar agora duas competições muito seguidas uma da outra, infelizmente vamos ter que jogar no sábado às 16h. A nossa recuperação vai ser um grande problema, e o adversário está descansando. Temos que ser fortes na recuperação, é hora de usar a estrutura e o plantel. Não é fácil com duas viagens e já temos outra na sexta-feira. Hoje a parte física pesa muito no futebol e eu coloquei esse time que jogou hoje para treinar quase 10 dias seguidos. Claro que respeitamos médicos, fisiologia, mas temos que olhar o jogador na revisão médica. Vamos pensar o time. Temos um elenco bom e o pensamento na semana passada era botar o time de hoje nos dois jogos. De repente pode mudar com os exames de amanhã, mas a tendência é que jogue o mesmo time.
Falha de quem no gol do Figueira?
Ali a distância era muito grande para onde eu estava, é complicado. Não deu para perceber o que foi ali, depois verei o tape em casa, mas seria injusto fazer uma análise.
Willian Arão
Ele ganhou algum presentinho por ser o melhor em campo (eleição de rádio local)? No meu tempo era o Motoradio, tem que dar alguma coisa (risos). A gente respeita as características do atleta. É um volante diferente, mais meia do que volante. O forte dele é mais na frente. Nosso time joga bastante aberto, vai sofrer um pouco, mas faz parte. Hoje os volantes têm que jogar e os dois sabem.
Com a saída de Kayke, a prioridade segue sendo um zagueiro?
Por isso que você não pode fechar nada no futebol. Não existe esse negócio de grupo fechado. A saída do Kayke? Ele é diferente do Vizeu, que é fixo. O outro se mexe mais. Mas, em termos de negócio, não podia deixar o garoto de ganhar um bom dinheiro e o próprio clube. É bom também para dar oportunidade para um prata da casa. Temos que criar buraco no plantel para que os da casa joguem. Se eu tivesse o Kayke (não jogou no início do ano por lesão), acho que o Vizeu não teria feitos gols e ninguém o conheceria. Há outros meninos para serem lançados. O numero de zagueiros não é ideal, falta mais um, apesar de que estamos satisfeitos com os que estão conosco.
Pedido por César Martins
Já estou pensando que ele fique, não sei se o Benfica vai concordar, mas é um pedido que vou fazer.
Atacante jovem e rápido nos planos
Velocista como o Sheik não temos. Estamos olhando jovens que também a possamos formar. O jogador precisa deixar alguma coisa para o clube. Acertamos com Cuéllar, que foi muito bem e já foi convocado agora (a federação colombiana ainda não divulgou a lista). Temos o setor de inteligência, pode ser que chegue outro jogador, mas tem que ter calma.
O Guerrero voltou!Mais dá para confiar?
Paolo Guerrero já soma na temporada 6 gols em 9 jogos oficiais disputados....Parece que a coisa está indo bem para o peruano esse ano,que continue assim,pois ele é o principal jogador do Mengão,precisamos dele,precisamos dos gols dele!Ele é o nosso camisa 9,é nele que confiamos e depositamos toda a nossa confiança...E esse ano eu não duvido mais vai ser o melhor ano tanto do Flamengo quanto do Paolo Guerrero.....Então dá sim para confiar no peruano.
quarta-feira, 9 de março de 2016
Fla prepara Ederson para 90 minutos; Alan Patrick volta a ser opção
O setor de criação no Flamengo, que
ficou a cargo de Mancuello desde sua chegada, agora tem duas peças de
volta para dar conta do recado em meio a maratona de jogos decisivos.

Ederson reestreou bem contra o Bangu e já foi escalado entre os titulares no treino de ontem, mas o técnico Muricy Ramalho ainda não precisa usá-lo por noventa minutos diante do Figueirense, na quarta-feira, pela Primeira Liga.
A opção pode ser Alan Patrick, que foi o maestro da equipe em 2015, se recuperou de uma pulbalgia e vem treinando entre os reservas de forma progressiva.
O time titular montado na representação foi Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Arão, Ederson, Cirino, Guerrero e Sheik. Alan Patrick participou do treino entre os reservas e não foi testado ainda. Os atletas que enfrentaram o Bangu fizeram treino regenerativo, mas estarão á disposição para a Primeira Liga e o Estadual.
– O foco são os dois torneios. Queremos títulos nas duas competições. Não tem como pensar diferente – resumiu Wallace.
Extra
Ederson reestreou bem contra o Bangu e já foi escalado entre os titulares no treino de ontem, mas o técnico Muricy Ramalho ainda não precisa usá-lo por noventa minutos diante do Figueirense, na quarta-feira, pela Primeira Liga.
A opção pode ser Alan Patrick, que foi o maestro da equipe em 2015, se recuperou de uma pulbalgia e vem treinando entre os reservas de forma progressiva.
O time titular montado na representação foi Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Arão, Ederson, Cirino, Guerrero e Sheik. Alan Patrick participou do treino entre os reservas e não foi testado ainda. Os atletas que enfrentaram o Bangu fizeram treino regenerativo, mas estarão á disposição para a Primeira Liga e o Estadual.
– O foco são os dois torneios. Queremos títulos nas duas competições. Não tem como pensar diferente – resumiu Wallace.
Extra
Flamengo e Figueirense decidem em Brasília destino na Primeira Liga
O Flamengo tem um cenário amplamente favorável, mas o Figueirense
ainda está vivo na briga por uma vaga na semifinal. É nesse clima que as
duas equipes se enfrentam nesta quarta-feira, às 19h30, no Estádio Mané
Garrincha, em Brasília, pela última rodada da fase de classificação da
Primeira Liga.
O time rubro-negro lidera o grupo C, com seis pontos, e confirma essa posição se perder por até um gol de diferença. Caso o Figueirense por dois ou mais gols de diferença, se classifica para a semifinal como primeiro do grupo e deixa o Flamengo na expectativa por outros resultados. Isso porque a semifinal será composta pelos primeiros colocados de cada chave, mais o melhor segundo entre os 12 times que disputam o torneio.

Por isso o técnico Muricy Ramalho nem hesitou em escalar o que tem de melhor. A novidade é o meia Ederson, substituto de Mancuello, machucado. Ele retornou aos gramados no último sábado após mais três meses afastado para se recuperar de lesão e retomar o equilíbrio muscular.
O Figueirense vê na Primeira Liga um caminho para reencontrar as vitórias. Em fase complicada no Catarinense, em que está próximo da zona do rebaixamento, com cinco derrotas e apenas duas vitórias, o time catarinense terá força máxima nesta quarta-feira por entender que uma classificação à próxima fase poderá trazer um ganho de confiança para a sequência do ano.
Apita o jogo o árbitro Wanderson Alves de Souza (MG), auxiliado por Ricardo Junio de Souza (MG) e Felipe Alan Costa de Oliveira (MG). A partida terá transmissão do SporTV. O GloboEsporte.com traz todos os detalhes do duelo em Tempo Real.
Flamengo: Ederson será a única novidade no time titular escalado por Muricy Ramalho. Ele substitui Mancuello, machucado. O Flamengo deve iniciar com a seguinte escalação: Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Willian Arão e Ederson; Marcelo Cirino, Emerson Shiek e Guerrero.
Figueirense: o técnico Vinícius Eutrópio tem a presença de Leandro Silva e também Marquinhos, que não atuaram no último jogo pelo Catarinense por suspensão. O volante Elicarlos deve fazer a sua estreia pela equipe, ele que foi apresentado na última segunda-feira. O provável time tem: Gatito Fernández; Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves e Rodrigo Biro; Elicarlos, Jackson Caucaia (Jefferson), Ricardinho e Dodô; Everton Santos e Carlos Alberto
Flamengo: Mancuello se recupera de lesão no joelho direito.
Figueirense: Jocinei, França, Michael Ortega e Elias estão no departamento médico. Rafael Moura já treina, mas ainda está sem documentação.
O time rubro-negro lidera o grupo C, com seis pontos, e confirma essa posição se perder por até um gol de diferença. Caso o Figueirense por dois ou mais gols de diferença, se classifica para a semifinal como primeiro do grupo e deixa o Flamengo na expectativa por outros resultados. Isso porque a semifinal será composta pelos primeiros colocados de cada chave, mais o melhor segundo entre os 12 times que disputam o torneio.
Por isso o técnico Muricy Ramalho nem hesitou em escalar o que tem de melhor. A novidade é o meia Ederson, substituto de Mancuello, machucado. Ele retornou aos gramados no último sábado após mais três meses afastado para se recuperar de lesão e retomar o equilíbrio muscular.
O Figueirense vê na Primeira Liga um caminho para reencontrar as vitórias. Em fase complicada no Catarinense, em que está próximo da zona do rebaixamento, com cinco derrotas e apenas duas vitórias, o time catarinense terá força máxima nesta quarta-feira por entender que uma classificação à próxima fase poderá trazer um ganho de confiança para a sequência do ano.
Apita o jogo o árbitro Wanderson Alves de Souza (MG), auxiliado por Ricardo Junio de Souza (MG) e Felipe Alan Costa de Oliveira (MG). A partida terá transmissão do SporTV. O GloboEsporte.com traz todos os detalhes do duelo em Tempo Real.
Flamengo: Ederson será a única novidade no time titular escalado por Muricy Ramalho. Ele substitui Mancuello, machucado. O Flamengo deve iniciar com a seguinte escalação: Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Willian Arão e Ederson; Marcelo Cirino, Emerson Shiek e Guerrero.
Figueirense: o técnico Vinícius Eutrópio tem a presença de Leandro Silva e também Marquinhos, que não atuaram no último jogo pelo Catarinense por suspensão. O volante Elicarlos deve fazer a sua estreia pela equipe, ele que foi apresentado na última segunda-feira. O provável time tem: Gatito Fernández; Leandro Silva, Marquinhos, Bruno Alves e Rodrigo Biro; Elicarlos, Jackson Caucaia (Jefferson), Ricardinho e Dodô; Everton Santos e Carlos Alberto
Flamengo: Mancuello se recupera de lesão no joelho direito.
Figueirense: Jocinei, França, Michael Ortega e Elias estão no departamento médico. Rafael Moura já treina, mas ainda está sem documentação.
Susto rubro-negro: aeronave arremete, e voo tem duração de 4h
Líder isolado do Grupo C da Primeira Liga, com seis pontos, o
Flamengo passou por maus bocados na viagem do Rio a Brasília. O voo
fretado, que tinha tempo previsto de uma hora e quarenta minutos, teve
duração de quatro horas e 18 minutos. Para completar o susto, a aeronave
arremeteu na chegada à capital federal.
Esperava-se que o Flamengo desembarcasse em Brasília às 17h10, mas isso só aconteceu pouco antes das 20h. O mau tempo provocou o atraso, e a delegação só foi jantar depois de 22h.
O assessor de imprensa rubro-negro Reyes de Sá relatou o drama passado pelo Flamengo.

- O voo, como previsto, saiu às 15h30 do Galeão. A viagem estava tranquila até chegar perto de Brasília. A gente viu que mudou, que as nuvens estavam carregadas. Quanto mais perto, ficava pior. Houve turbulência. Percebemos que tinha algo diferente quando o avião ficou voando em círculos. Dando volta por cerca de 40, 50 minutos. Até que o comandante anunciou que o tempo estava ruim. Que ele esperava autorização para pousar pois o aeroporto funcionava por aparelhos - disse o assessor, que completou:
- Teve a autorização. Mas quando foi pousar, arremeteu. Não sei se chegou a tocar na pista. Foi um susto. O comandante explicou que as condições de frenagem não eram as ideais. Avisou que iamos a Goiania pois precisava reabastecer a aeronave. Deu mais 40 minutos de voo. Esperamos mais um tempinho lá até reabrir o aeroporto de Brasília. Decolamos um pouco com chuva, mas chegamos bem. Cronometando a viagem, deu 4 horas e 18 minutos de total. Deu um pouco de susto, mas depois virou resenha. Lanchamos no avião, algo previsto pela nutricionista, e jantamos no hotel. Tudo em ordem - narrou Reyes.
O Fla enfrenta o Figueirense às 19h30, em Brasília, no Mané Garrincha.
Esperava-se que o Flamengo desembarcasse em Brasília às 17h10, mas isso só aconteceu pouco antes das 20h. O mau tempo provocou o atraso, e a delegação só foi jantar depois de 22h.
O assessor de imprensa rubro-negro Reyes de Sá relatou o drama passado pelo Flamengo.
- O voo, como previsto, saiu às 15h30 do Galeão. A viagem estava tranquila até chegar perto de Brasília. A gente viu que mudou, que as nuvens estavam carregadas. Quanto mais perto, ficava pior. Houve turbulência. Percebemos que tinha algo diferente quando o avião ficou voando em círculos. Dando volta por cerca de 40, 50 minutos. Até que o comandante anunciou que o tempo estava ruim. Que ele esperava autorização para pousar pois o aeroporto funcionava por aparelhos - disse o assessor, que completou:
- Teve a autorização. Mas quando foi pousar, arremeteu. Não sei se chegou a tocar na pista. Foi um susto. O comandante explicou que as condições de frenagem não eram as ideais. Avisou que iamos a Goiania pois precisava reabastecer a aeronave. Deu mais 40 minutos de voo. Esperamos mais um tempinho lá até reabrir o aeroporto de Brasília. Decolamos um pouco com chuva, mas chegamos bem. Cronometando a viagem, deu 4 horas e 18 minutos de total. Deu um pouco de susto, mas depois virou resenha. Lanchamos no avião, algo previsto pela nutricionista, e jantamos no hotel. Tudo em ordem - narrou Reyes.
O Fla enfrenta o Figueirense às 19h30, em Brasília, no Mané Garrincha.
terça-feira, 8 de março de 2016
Site lista promessas de Fla e Flu entre "talentos secretos" da América do Sul
São muitos os exemplos de jogadores sul-americanos que deixaram o
continente e se tornaram grandes nomes do futebol mundial. Entre nomes
badalados no mercado atual, existem outros ainda sem tanta força, mas
com muito talento. O site "Squawka", especializado em futebol, destacou
nove atletas de potencial nascidos na América do Sul e ainda longe dos
holofotes. Entre eles, Jorge, lateral-esquerdo do Flamengo, e
Richarlison, contratação do Fluminense para a temporada, ganharam
espaço.

Revelação da base rubro-negra e titular do time de Muricy Ramalho, Jorge é colocado como lateral ofensivo, com problemas na marcação. A titularidade na temporada 2015, mesmo com Pablo Armero no elenco, também foi lembrada. O futebol apresentado por Richarlison no América-MG foi responsável por incluir o meia-atacante na lista. De acordo com o "Squawka", a versatilidade do jogador, que se lesionou logo na chegada ao Flu, é uma das grandes virtudes.
Joaquín Ardaiz, do Danubio-URU; Igor Lichnovski, do Sporting Gijón; Saúl Salcedo, do Olimpia; Rodrigo Bentancur, do Boca Juniors; Rafael Borré, do Deportivo Cali; Luciano Cabral, do Argentinos Juniors; e Franco Cervi, do Rosario Central, completam a lista.
Fonte:Globoesporte.com
Revelação da base rubro-negra e titular do time de Muricy Ramalho, Jorge é colocado como lateral ofensivo, com problemas na marcação. A titularidade na temporada 2015, mesmo com Pablo Armero no elenco, também foi lembrada. O futebol apresentado por Richarlison no América-MG foi responsável por incluir o meia-atacante na lista. De acordo com o "Squawka", a versatilidade do jogador, que se lesionou logo na chegada ao Flu, é uma das grandes virtudes.
Joaquín Ardaiz, do Danubio-URU; Igor Lichnovski, do Sporting Gijón; Saúl Salcedo, do Olimpia; Rodrigo Bentancur, do Boca Juniors; Rafael Borré, do Deportivo Cali; Luciano Cabral, do Argentinos Juniors; e Franco Cervi, do Rosario Central, completam a lista.
Fonte:Globoesporte.com
Kayke dá adeus: "Saio do Flamengo, mas o Flamengo não sai de mim"
Foram apenas 209 dias entre o último 11 de agosto, data da
oficialização do retorno ao Flamengo, até 7 de março, dia em que
rescindiu contrato e acertou sua transferência para o Yokohama Marinos,
do Japão. Não deu para levantar caneco, mas os seis meses de relação
entre Kayke e o Rubro-Negro foram intensos. Os seis gols marcados quando
solicitado para substituir Paolo Guerrero e a constante interação com a
torcida via redes sociais e nas ruas lhe deram uma garantia: é
interrompido o vínculo profissional, porém o afetivo é eterno.

- Saio do Flamengo, mas o Flamengo não sai de mim. Foi uma proposta para mudar meu contexto de vida realmente, muito boa para os dois lados. Deve ser levado em consideração a oportunidade que o Flamengo me deu. Tenho um carinho muito grande por jogadores, atletas e funcionários que me conhecem há muito tempo. Deixo amigos. A vida vai seguir, mas minha torcida continua. O Flamengo perde um jogador, mas ganha de volta um torcedor - disse o jogador de 27 anos.
A transferência rendeu R$ 6 milhões aos cofres do Flamengo, e Kayke assinou por quatro anos com o Yokohama. Embora não esconda a satisfação por ter feito um contrato que lhe garante estabilidade financeira e, consequentemente, o futuro do filho, Yan (de apenas um mês e dois dias de vida), o atacante não vislumbrava uma transferência nem muito menos tinha o desejo de deixar o Flamengo.
- Na verdade me pegou de surpresa (risos). Foi uma surpresa agradável. Com meu filho de um mês e dois dias, meu plano era continuar no Flamengo, onde me sinto muito bem e sempre fui bem tratado. Estou muito feliz aqui e acho que isso acabou se transformando em boas atuações. Num curto espaço de tempo acabei recebendo uma proposta irrecusável para ambas as partes. É preciso entender que o futebol não passa só por coração e vontade. Tem gente no clube muito competente em relação à economia, e uma venda de jogador faz parte. Me vi numa situação em que teria de acertar da melhor maneira para a minha família.
Kayke fez um pedido à reportagem do GloboEsporte.com. Queria fazer um longo agradecimento à torcida, a quem não abre mão de chamar de "Nação", e aos diretores. Direito concedido ao atleta.
Queria frisar meu agradecimento de coração ao Clube de Regatas do Flamengo, ao Rodrigo Caetano, que, junto com meu representante, confiou em mim quando eu estava no ABC. Quero agradecer também ao Fred (Luz, diretor geral) e à diretoria, que foram se despedir de mim e deixaram as portas abertas. Isso, para mim, vale demais, muito mais do que qualquer prêmio. E não é todo jogador que consegue isso com a camisa do Mengão. É claro que eu tenho que agradecer também à Nação, que sempre me apoiou desde o primeiro momento em que vesti a camisa do Mengão. Lógico que gols e vitórias ajudam, mas tivemos uma sintonia, um feeling muito grande. Se não foi 100% de aceitação, estive muito perto disso, o que não é fácil.
Até o fim dessa semana Kayke define a data da partida rumo ao Japão. A esposa, Marcela, e o filho, Yan, só vão depois. O jogador prefere resolver toda a estrutura para a família antes que os dois se juntem a ele.
Confira bate-papo com Kayke abaixo.
O que representou esse retorno ao Flamengo depois de no início da carreira como profissional do clube ter recebido poucas oportunidades?
Profissionalmente falando foi uma realização, ainda mais tocando no ponto ser jogador da base do Flamengo. Comecei aqui muito novo, e tudo na vida tem um propósito. Não voltei à toa. Se voltei, é para mostrar que os jogadores que o Flamengo faz em casa têm valor. Depois de muito tempo o Flamengo está tendo um retorno financeiro comigo. Comecei aqui, sou cria da Gávea e isso é um espelho para quem está subindo agora, como Vizeu, Ronaldo, Thiago, Paquetá, Léo Duarte. Para que eles vejam com bons olhos e tenham um ótimo futuro no Flamengo.
E a relação com a torcida?
Não é todo jogador que consegue isso tão rapidamente. Você tinha que ver a quantidade de mensagens que recebi em Facebook, Twitter e Instagram. Até meu telefone descobriram (risos). Não é qualquer time, não é qualquer torcida. É o Flamengo, onde a proporção é bem maior. Saio de cabeça erguida. Foi bem intenso. Dei o meu melhor, sempre fui torcedor de arquibancada e saía do jogo da base e ia para a arquibancada torcer.
Pretende voltar?
Espero que seja um até logo, me considero ainda novo. Acredito que, por tudo que fiz, espero um dia retornar e continuar essa historia que ainda não acabou. Ainda tem outros capítulos para escrever.
Mas o contrato é de quatro anos. Você voltaria com 32 anos, certo?
É um contrato bem longo, o mais longo que fiz na minha carreira e não poderia ser diferente ao sair do maior clube do Brasil. Precisava de segurança para poder calçar meu herdeiro, que já chegou.
O que leva desses seis meses?
Estava conversando sobre isso nos últimos dias: não deu nem tempo de passar por situações ruins, graças a Deus. No Flamengo, ao mesmo tempo que a proporção é grande para coisas boas é também para ruins. Quando o negócio está feio, fica pesado. E não teve tempo para isso. Levo os gols, o fato de fazer gol em clássico no Maracanã (no Fla-Flu) e de dar felicidade para minha família. Foi muito gratificante vestir a camisa do Flamengo novamente.
Qual sua opinião sobre Felipe Vizeu, agora o reserva imediato de Guerrero?
Mais um grande atacante formado no Flamengo. Tem tudo para se firmar e contribuir muito. Desejo muita sorte, e que a maturidade venha com naturalidade.
Fonte;Globoesporte.com
- Saio do Flamengo, mas o Flamengo não sai de mim. Foi uma proposta para mudar meu contexto de vida realmente, muito boa para os dois lados. Deve ser levado em consideração a oportunidade que o Flamengo me deu. Tenho um carinho muito grande por jogadores, atletas e funcionários que me conhecem há muito tempo. Deixo amigos. A vida vai seguir, mas minha torcida continua. O Flamengo perde um jogador, mas ganha de volta um torcedor - disse o jogador de 27 anos.
A transferência rendeu R$ 6 milhões aos cofres do Flamengo, e Kayke assinou por quatro anos com o Yokohama. Embora não esconda a satisfação por ter feito um contrato que lhe garante estabilidade financeira e, consequentemente, o futuro do filho, Yan (de apenas um mês e dois dias de vida), o atacante não vislumbrava uma transferência nem muito menos tinha o desejo de deixar o Flamengo.
- Na verdade me pegou de surpresa (risos). Foi uma surpresa agradável. Com meu filho de um mês e dois dias, meu plano era continuar no Flamengo, onde me sinto muito bem e sempre fui bem tratado. Estou muito feliz aqui e acho que isso acabou se transformando em boas atuações. Num curto espaço de tempo acabei recebendo uma proposta irrecusável para ambas as partes. É preciso entender que o futebol não passa só por coração e vontade. Tem gente no clube muito competente em relação à economia, e uma venda de jogador faz parte. Me vi numa situação em que teria de acertar da melhor maneira para a minha família.
Kayke fez um pedido à reportagem do GloboEsporte.com. Queria fazer um longo agradecimento à torcida, a quem não abre mão de chamar de "Nação", e aos diretores. Direito concedido ao atleta.
Queria frisar meu agradecimento de coração ao Clube de Regatas do Flamengo, ao Rodrigo Caetano, que, junto com meu representante, confiou em mim quando eu estava no ABC. Quero agradecer também ao Fred (Luz, diretor geral) e à diretoria, que foram se despedir de mim e deixaram as portas abertas. Isso, para mim, vale demais, muito mais do que qualquer prêmio. E não é todo jogador que consegue isso com a camisa do Mengão. É claro que eu tenho que agradecer também à Nação, que sempre me apoiou desde o primeiro momento em que vesti a camisa do Mengão. Lógico que gols e vitórias ajudam, mas tivemos uma sintonia, um feeling muito grande. Se não foi 100% de aceitação, estive muito perto disso, o que não é fácil.
Até o fim dessa semana Kayke define a data da partida rumo ao Japão. A esposa, Marcela, e o filho, Yan, só vão depois. O jogador prefere resolver toda a estrutura para a família antes que os dois se juntem a ele.
Confira bate-papo com Kayke abaixo.
O que representou esse retorno ao Flamengo depois de no início da carreira como profissional do clube ter recebido poucas oportunidades?
Profissionalmente falando foi uma realização, ainda mais tocando no ponto ser jogador da base do Flamengo. Comecei aqui muito novo, e tudo na vida tem um propósito. Não voltei à toa. Se voltei, é para mostrar que os jogadores que o Flamengo faz em casa têm valor. Depois de muito tempo o Flamengo está tendo um retorno financeiro comigo. Comecei aqui, sou cria da Gávea e isso é um espelho para quem está subindo agora, como Vizeu, Ronaldo, Thiago, Paquetá, Léo Duarte. Para que eles vejam com bons olhos e tenham um ótimo futuro no Flamengo.
E a relação com a torcida?
Não é todo jogador que consegue isso tão rapidamente. Você tinha que ver a quantidade de mensagens que recebi em Facebook, Twitter e Instagram. Até meu telefone descobriram (risos). Não é qualquer time, não é qualquer torcida. É o Flamengo, onde a proporção é bem maior. Saio de cabeça erguida. Foi bem intenso. Dei o meu melhor, sempre fui torcedor de arquibancada e saía do jogo da base e ia para a arquibancada torcer.
Pretende voltar?
Espero que seja um até logo, me considero ainda novo. Acredito que, por tudo que fiz, espero um dia retornar e continuar essa historia que ainda não acabou. Ainda tem outros capítulos para escrever.
Mas o contrato é de quatro anos. Você voltaria com 32 anos, certo?
É um contrato bem longo, o mais longo que fiz na minha carreira e não poderia ser diferente ao sair do maior clube do Brasil. Precisava de segurança para poder calçar meu herdeiro, que já chegou.
O que leva desses seis meses?
Estava conversando sobre isso nos últimos dias: não deu nem tempo de passar por situações ruins, graças a Deus. No Flamengo, ao mesmo tempo que a proporção é grande para coisas boas é também para ruins. Quando o negócio está feio, fica pesado. E não teve tempo para isso. Levo os gols, o fato de fazer gol em clássico no Maracanã (no Fla-Flu) e de dar felicidade para minha família. Foi muito gratificante vestir a camisa do Flamengo novamente.
Qual sua opinião sobre Felipe Vizeu, agora o reserva imediato de Guerrero?
Mais um grande atacante formado no Flamengo. Tem tudo para se firmar e contribuir muito. Desejo muita sorte, e que a maturidade venha com naturalidade.
Fonte;Globoesporte.com
segunda-feira, 7 de março de 2016
Ederson treina entre titulares e deve substituir Mancuello no time do Fla
Ao que tudo indica, Ederson deve seguir no time do Flamengo. Em campo
na equipe reserva que venceu o Bangu no sábado, o meia treinou entre os
titulares na manhã desta segunda-feira, no Ninho do Urubu, e deve
começar jogando mais uma vez, agora no time principal. Ederson é o
favorito para substituir Mancuello entre os 11 do Rubro-Negro nesta
quarta-feira, em jogo contra o Figueirense, pela Primeira Liga. O
argentino sofreu um estiramento no joelho direito e só deve retornar em
cerca de 30 dias.

Na atividade desta segunda-feira, Muricy Ramalho escalou os titulares do Flamengo com Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Arão, Ederson e Cirino; Sheik e Guerrero.
O jogo contra o Figueirense será no Mané Garrincha. Pelo Carioca, o time volta a campo no fim de semana para enfrentar o Madureira.
Na atividade desta segunda-feira, Muricy Ramalho escalou os titulares do Flamengo com Paulo Victor, Rodinei, Wallace, Juan e Jorge; Cuéllar, Arão, Ederson e Cirino; Sheik e Guerrero.
O jogo contra o Figueirense será no Mané Garrincha. Pelo Carioca, o time volta a campo no fim de semana para enfrentar o Madureira.
Wallace exalta Muricy: "Mostrou que defesa não fica à mercê de dois"
Depois de um ano turbulento, a defesa rubro-negra tem um início de
temporada bem positivo. São apenas quatro gols sofridos em 10 jogos
oficiais, e o zagueiro Wallace, capitão do Flamengo, tratou de elogiar o
técnico Muricy Ramalho por essa evolução. Sustentou que não apenas os
dois que ficam à frente do goleiro são os responsáveis por defender,
utilizando exemplos do Bayern de Munique e do Barcelona.
- Ele mostrou que o sistema defensivo não fica à mercê de dois atletas. É o time inteiro, e o Muricy vem implantando isso na cabeça dos jogadores. Com isso os erros diminuem, e a equipe fica menos exposta, como aconteceu muito no ano passado. No último do jogo do Bayern, Guardiola não escalou zagueiros. O Barcelona vem atuando com um zagueiro de origem - disse.
Ao responder sobre a evolução da equipe, Wallace ressaltou que, após o fraco desempenho do Flamengo no ano passado, uma subida de produção em 2016 era inevitável.
- Pior do que estava não ficava. O time tinha que evoluir. Muricy cobra de cada um cumprir sua função, e a gente se cobra para ajeitar as linhas de marcação. Pressão a gente sofre todos os anos da mesma forma. Nosso rendimento no ano passado é que não foi o adequado com as peças que tinha. Esse ano tinha que melhorar, porque o Flamengo não pode ser coadjuvante.
Confira outros tópicos abordados por Wallace:
Descanso no sábado, contra o Bangu
Bom ter parado porque deu chance a quem não vinha atuando. Fiquei feliz pelo desempenho deles, e mostra que elenco é bom. Nós pudemos recarregar as energias.
Prioridade é o Carioca ou a Primeira Liga?
O foco são as duas. Flamengo joga por jogar. Na quarta, contra o Figueirense, precisamos somar pelo menos um ponto. No Carioca é jogo a jogo, mas vamos brigar pelas duas competições. Não tem como pensar diferente.
Fases decisivas das duas competições
Estamos em constante evolução, e a evolução é evidente. Há falhas e detalhes a serem corrigidos, e isso é feito no dia a dia. Não dá para acelerar mais do que vem sendo feito. Temos jogadores experientes e maduros para lidar com o mata-mata dessas competições.
Ederson voltando
Além da parte tática e técnica, é uma pessoa que dispensa comentários. Um dos caras mais legais que conheci no futebol. Acho que é quem mais trabalha aqui, e estamos torcendo para que esse ciclo de lesões passe e que possa contribuir. Se Muricy optar por ele de novo, vai nos ajudar. Vai sentir um pouco, mas a equipe vai estar fechada com ele.
Fonte:Globoesporte.com
- Ele mostrou que o sistema defensivo não fica à mercê de dois atletas. É o time inteiro, e o Muricy vem implantando isso na cabeça dos jogadores. Com isso os erros diminuem, e a equipe fica menos exposta, como aconteceu muito no ano passado. No último do jogo do Bayern, Guardiola não escalou zagueiros. O Barcelona vem atuando com um zagueiro de origem - disse.
Ao responder sobre a evolução da equipe, Wallace ressaltou que, após o fraco desempenho do Flamengo no ano passado, uma subida de produção em 2016 era inevitável.
- Pior do que estava não ficava. O time tinha que evoluir. Muricy cobra de cada um cumprir sua função, e a gente se cobra para ajeitar as linhas de marcação. Pressão a gente sofre todos os anos da mesma forma. Nosso rendimento no ano passado é que não foi o adequado com as peças que tinha. Esse ano tinha que melhorar, porque o Flamengo não pode ser coadjuvante.
Confira outros tópicos abordados por Wallace:
Descanso no sábado, contra o Bangu
Bom ter parado porque deu chance a quem não vinha atuando. Fiquei feliz pelo desempenho deles, e mostra que elenco é bom. Nós pudemos recarregar as energias.
Prioridade é o Carioca ou a Primeira Liga?
O foco são as duas. Flamengo joga por jogar. Na quarta, contra o Figueirense, precisamos somar pelo menos um ponto. No Carioca é jogo a jogo, mas vamos brigar pelas duas competições. Não tem como pensar diferente.
Fases decisivas das duas competições
Estamos em constante evolução, e a evolução é evidente. Há falhas e detalhes a serem corrigidos, e isso é feito no dia a dia. Não dá para acelerar mais do que vem sendo feito. Temos jogadores experientes e maduros para lidar com o mata-mata dessas competições.
Ederson voltando
Além da parte tática e técnica, é uma pessoa que dispensa comentários. Um dos caras mais legais que conheci no futebol. Acho que é quem mais trabalha aqui, e estamos torcendo para que esse ciclo de lesões passe e que possa contribuir. Se Muricy optar por ele de novo, vai nos ajudar. Vai sentir um pouco, mas a equipe vai estar fechada com ele.
Fonte:Globoesporte.com
sábado, 5 de março de 2016
Classificado, Flamengo testa reservas contra o Bangu
Já classificados para a segunda fase do Campeonato Carioca, Flamengo e
Bangu se enfrentam neste sábado, às 16 horas (de Brasília), no estádio
Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), pela última rodada da
primeira etapa. Após goleada de 5 a 0 sobre o Resende, o Rubro-Negro,
com 16 pontos no Grupo B, garantiu o direito de seguir sonhando com o
título.
Justamente pelo fato de estar classificado, o técnico Muricy Ramalho
vai aproveitar a oportunidade para testar alguns jogadores reservas. O
treinador, que vem reclamando do desgaste das viagens e da grande
quantidade de partidas logo no começo da temporada, tem procurado
administrar bem suas escalações.Apesar de uma formação considerada reserva, Muricy entende que o Flamengo vai fazer um bom jogo. "Sempre entramos em campo com o pensamento de construir a vitória, pois é isso que a torcida quer e que os jogadores sabem ser importante", disse.
Os jogadores rubro-negros acreditam que a oportunidade de vestir a camisa do time e mostrar serviço para o comandante deve ser muito bem aproveitada. "O Flamengo já usou vários jogadores neste Carioca justamente porque tem um elenco de qualidade e sabe que todas as peças são importantes na construção de uma equipe vencedora. O nosso pensamento contra o Bangu é conquistar uma vitória e manter o bom momento da equipe", afirmou o volante Márcio Araújo.
A escalação do Flamengo tem como principal dúvida o meia Ederson, que se recupera de uma série de lesões que o impediram de entrar em campo esse ano. Ele será utilizado contra o Resende, mas pode começar no banco de reservas. Se isso acontecer, o jovem Lucas Paquetá, destaque na conquista da Copa São Paulo de Juniores em janeiro, será o titular.
Pelo lado do Bangu, que vem de empate por 1 a 1 com o Madureira, o pensamento está na segunda fase. Porém, o técnico Emanoel Sacramento quer que sua equipe, em terceiro lugar no Grupo A, com 11 pontos, entre com moral na sequência do torneio.
"O Bangu conquistou a classificação, e isso era o mais importante. É difícil já não começar a pensar na próxima fase, mas temos que entrar com moral nela e para isso é importante um bom resultado contra o Flamengo. Estamos concentrados nisso, e vamos tentar fazer um grande jogo", declarou.
O treinador não pretende escalar um time reserva, mas pode preservar os pendurados com dois cartões amarelos, como o lateral direito Paulo Barrach, o volante Ives e o meia Junior.
FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO X BANGU
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data: 5 de março de 2016 (Sábado)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: João Enio Sobral (RJ)
Assistentes: Andréa Marcelino de Sá (RJ) e Flávio Manoel da Silva (RJ)
FLAMENGO: Alex Muralha, Pará, Léo Duarte, Cesar Martins e Chiquinho; Márcio Araújo, Héctor Canteros, Thiago Santos, Ederson (Lucas Paquetá) e Gabriel; Felipe Vizeu. Técnico: Muricy Ramalho
BANGU: Célio, Paulo Barrach, Walker, Matheus Avelar e Guilherme; Ives, Magno, Junior e Almir; Giovanni e Geraldo. Técnico: Emanoel Sacramento
Recuperação no Ninho dá vontade em Ibson de voltar: "Deu uma balançada"
Prata da casa rubro-negra, o volante Ibson reapareceu no Ninho do
Urubu nesta quinta-feira. Atualmente no Minnesota FC, da NASL (North
American Soccer League - divisão que Léo Moura disputou em 2015), o
ex-camisa 7 da Gávea pediu à diretoria do Fla para tratar uma lesão
patelar no joelho esquerdo, sofrida em Portland, onde sua equipe jogou
três amistosos contra times da MLS. Foi atendido e fica no CT sob os
cuidados de médicos, fisiologistas e fisioterapeutas até o próximo dia
20.
Com 112 jogos e 35 gols como profissional do clube divididos em três passagens, o jogador de 32 anos deixou o Flamengo em 2013, sob a alegação de que era muito caro. Mas a aparição no Ninho mexeu com coração de Ibson, que admitiu ter em seu íntimo o desejo de voltar.
- Vou ser sincero: me deu vontade, sim. Deu aquela balançada - disse.
Ibson tem contrato com o Minnesota até dezembro de 2017. Adaptado aos Estados Unidos e com sua equipe confirmada na MLS (Major League Soccer - principal liga local) para o ano que vem ou no máximo até 2018, não pensa numa transferência. Mas, se uma brecha for aberta para voltar a defender o clube que o revelou, o pensamento muda.
- Hoje estou bastante feliz lá e, com minha esposa (Cinthia) e filhos (Ibson Júnior e Alicia) adaptados, não penso em sair. Mas futebol é muito dinâmico, e todos sabem do carinho que tenho pelo clube e pelas pessoas que estão lá. O Flamengo mexe e sempre vai mexer comigo.
Confira abaixo outros trechos do papo com Ibson, em que explica como surgiu a ideia de se reabilitar no Fla, coloca fé no Rubro-Negro para 2016, elogia a nova estrutura do Ninho e celebra reencontro com ex-companheiros e funcionários.
Como surgiu a oportunidade de se tratar no Flamengo e qual o grau de sua lesão?
Não sei especificamente como está minha lesão, mas foi pequena. Como o time viaja para o México (joga contra reservas do Pachuca, Cruz Azul e seleção mexicana sub-20) na segunda-feira, e eu teria de ficar tratando sozinho com o pessoal da fisioterapia, o pessoal me liberou ficar aqui até o dia 20. Nada melhor do que ficar em casa e com os amigos. Conversei com o Rodrigo Caetano e, graças a Deus, ele aceitou.
E o retorno à casa: foi positiva?
A volta foi bacana, pude rever amigos de longa data que lá estão e fui muito bem recebido. Agradeço muito ao Flamengo por ter aberto portas para poder me tratar, ao Rodrigo Caetano, ao doutor (Márcio) Tannure. É uma volta ao clube que me projetou pro futebol brasileiro.
Ibson
deixou o Flamengo em abril de 2013, e sua última grande atuação se deu
na vitória por 4 a 2 sobre o Vasco, em 31 de janeiro daquele ano (Foto:
Marcelo Theobald / Ag. O Globo)
Ainda tem muito conhecido seu trabalhando no Ninho?
Claro. Tem o pessoal que me conhece desde pequeno: Jorginho, Deni, Russo (massagistas) Clebinho (roupeiro). Desde os massagistas aos seguranças. Foi bacana demais rever esse pessoal todo.
Jogou com muita gente que está nesse elenco?
É o que mais tem: Paulo Victor, Wallace, Arão, Guerrero, Sheik, Gabriel. Tem mais... O Pará, com quem joguei no Santos - Ibson ainda jogou com Kayke, Nixon e Everton do atual grupo.
Qual foi sua reação ao ver o CT reformado?
Quando cheguei lá, fiquei feliz. Passei minha vida toda ali, e você cria um vínculo muito grande. Fico feliz de poder voltar. Não nas condições que queria, mas é muito bom ver como está o Flamengo. Ficou muito bonito, pelo menos fisiologia e academia. Ainda não andei tudo, mas vou ver muita coisa ainda. Fico ainda mais feliz porque tem o Muricy. Trabalhei com ele no Santos, é muito capacitado, e o Flamengo está num caminho muito bom.
Com o atual elenco e uma nova estrutura, é possível pensar em título brasileiro?
O Flamengo está com uma estrutura boa, elenco bom e muito forte. Além disso tem um grande treinador. Acho que tem, sim, condições de brigar por títulos em competições importantes. E é onde o Flamengo tem que estar. Clube grande, com uma das maiores torcidas do mundo e com condições boas de trabalho, como não se via há muito tempo. É notório.
Fonte:Globoesporte.com
Com 112 jogos e 35 gols como profissional do clube divididos em três passagens, o jogador de 32 anos deixou o Flamengo em 2013, sob a alegação de que era muito caro. Mas a aparição no Ninho mexeu com coração de Ibson, que admitiu ter em seu íntimo o desejo de voltar.
- Vou ser sincero: me deu vontade, sim. Deu aquela balançada - disse.
Ibson tem contrato com o Minnesota até dezembro de 2017. Adaptado aos Estados Unidos e com sua equipe confirmada na MLS (Major League Soccer - principal liga local) para o ano que vem ou no máximo até 2018, não pensa numa transferência. Mas, se uma brecha for aberta para voltar a defender o clube que o revelou, o pensamento muda.
- Hoje estou bastante feliz lá e, com minha esposa (Cinthia) e filhos (Ibson Júnior e Alicia) adaptados, não penso em sair. Mas futebol é muito dinâmico, e todos sabem do carinho que tenho pelo clube e pelas pessoas que estão lá. O Flamengo mexe e sempre vai mexer comigo.
Confira abaixo outros trechos do papo com Ibson, em que explica como surgiu a ideia de se reabilitar no Fla, coloca fé no Rubro-Negro para 2016, elogia a nova estrutura do Ninho e celebra reencontro com ex-companheiros e funcionários.
Como surgiu a oportunidade de se tratar no Flamengo e qual o grau de sua lesão?
Não sei especificamente como está minha lesão, mas foi pequena. Como o time viaja para o México (joga contra reservas do Pachuca, Cruz Azul e seleção mexicana sub-20) na segunda-feira, e eu teria de ficar tratando sozinho com o pessoal da fisioterapia, o pessoal me liberou ficar aqui até o dia 20. Nada melhor do que ficar em casa e com os amigos. Conversei com o Rodrigo Caetano e, graças a Deus, ele aceitou.
E o retorno à casa: foi positiva?
A volta foi bacana, pude rever amigos de longa data que lá estão e fui muito bem recebido. Agradeço muito ao Flamengo por ter aberto portas para poder me tratar, ao Rodrigo Caetano, ao doutor (Márcio) Tannure. É uma volta ao clube que me projetou pro futebol brasileiro.
Claro. Tem o pessoal que me conhece desde pequeno: Jorginho, Deni, Russo (massagistas) Clebinho (roupeiro). Desde os massagistas aos seguranças. Foi bacana demais rever esse pessoal todo.
Jogou com muita gente que está nesse elenco?
É o que mais tem: Paulo Victor, Wallace, Arão, Guerrero, Sheik, Gabriel. Tem mais... O Pará, com quem joguei no Santos - Ibson ainda jogou com Kayke, Nixon e Everton do atual grupo.
Qual foi sua reação ao ver o CT reformado?
Quando cheguei lá, fiquei feliz. Passei minha vida toda ali, e você cria um vínculo muito grande. Fico feliz de poder voltar. Não nas condições que queria, mas é muito bom ver como está o Flamengo. Ficou muito bonito, pelo menos fisiologia e academia. Ainda não andei tudo, mas vou ver muita coisa ainda. Fico ainda mais feliz porque tem o Muricy. Trabalhei com ele no Santos, é muito capacitado, e o Flamengo está num caminho muito bom.
Com o atual elenco e uma nova estrutura, é possível pensar em título brasileiro?
O Flamengo está com uma estrutura boa, elenco bom e muito forte. Além disso tem um grande treinador. Acho que tem, sim, condições de brigar por títulos em competições importantes. E é onde o Flamengo tem que estar. Clube grande, com uma das maiores torcidas do mundo e com condições boas de trabalho, como não se via há muito tempo. É notório.
Fonte:Globoesporte.com
quinta-feira, 3 de março de 2016
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